
Ellen Rogers é uma das últimas fotógrafas que ainda trabalha com película. Todo o seu trabalho é analógico. O único equipamento digital que utiliza é um scanner, na recta final.
Aprecio o sentido dramático que imprime à intemporalidade das imagens que capta. Tenho a certeza que o efeito etéreo da indefinição dos séculos e das décadas que consegue só acontece porque resulta das alquimias e processos que só são possíveis no recurso à câmara escura... e à sua magia negra.






